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Fratura femural




Para os clínicos de uma maneira geral, a abordagem quanto às fraturas secundárias a Osteoporose, se limita às fraturas vertebrais, uma vez que estas ocorrem mais precocemente, são mais comuns e, na maioria das vezes, são tratadas clinicamente.

A fratura femural, por ser fruto de um evento agudo, abrupto e incapacitante, representa um ponto importante em termos de morbidade e mortalidade, devendo ser tratada por cirurgiões experientes. Esse tipo de fratura é doloroso, quase sempre requerendo hospitalização prolongada e, em muitos casos, procedimentos cirúrgicos de fixação e, por vezes, de substituição com a colocação de próteses.

Fratura de Cabeça do Femur

A taxa de mortalidade decorrente deste tipo de fratura é alta, sendo que apenas uma fração dos pacientes idosos recupera completamente a mobilidade.

Classicamente, as fraturas do colo do fêmur do idoso são secundárias a uma queda, podendo, no entanto, acontecer espontaneamente quando de movimentos de torção do corpo, estando o membro inferior fixo ao solo.

O risco de fratura de fêmur da mulher pós-menopausa é significativamente maior que dos homens.

Quando jovens homens e mulheres têm BDM (Densidade Mineral Óssea) femural semelhantes e, ambos possuem uma taxa de perda óssea ao redor de 1% ao ano.

Em virtude das alterações hormonais da menopausa, a taxa de perda óssea da mulher acentua-se após este evento, fazendo com que esta venha a apresentar umrisco de fratura 3 vezes maior do que o do homem.


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