quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Fratura do quadril é osteoporose? Saiba por que o trauma é tão temido


A fratura de quadril é uma lesão grave, que ocorre em pessoas com mais de 65 anos, com o risco aumentando mais rapidamente depois de 80 anos de idade e as complicações podem ser fatais. As pessoas mais velhas estão em maior risco de fratura de quadril porque os ossos tendem a se enfraquecer com a idade. Mas apesar dessa diminuição da massa óssea (osteoporose) tornar o esqueleto propenso a fraturas, é a erosão gradual da massa muscular magra (sarcopenia) e a consequente fragilidade que leva o idoso às quedas. Além disso, vários medicamentos, falta de visão e problemas de equilíbrio também fazem com que as pessoas mais velhas tenham mais probabilidade de tropeçar e cair.

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As fraturas do quadril integram uma classificação mundial, uma das 10 piores deficiências em termos de perda de mobilidade e de deficiência de longo prazo

Sinais e sintomas de uma fratura de quadril podem incluir:
- Incapacidade de se mover imediatamente depois de uma queda
- Dor intensa no quadril ou na virilha
- Incapacidade de colocar peso sobre a perna do lado do quadril lesionado
- Rigidez, hematomas e inchaço no quadril
- Perna mais curta do lado do quadril lesionado
- Andar mais curto ou mancar no quadril lesionado

Perda de mobilidade pode ser permanente. (Getty Images)

Publicado no "The Journal of the American Medical Association" um estudo constatou que 250 mil americanos com idade acima de 65 anos terão uma fratura do quadril a cada ano, destes, cerca de 20 a 30% morrerá dentro de um ano, e muitos mais experimentarão uma perda funcional significativa nos próximos cinco anos, incluindo risco de morte.

Para dar uma ideia do tipo de perda funcional provocada pelas fraturas de quadril, o estudo faz referência a:
- 90% das pessoas não serão capazes de subir cinco degraus, no ano seguinte à fratura;
- 66% não serão capazes de ir ao banheiro sem ajuda;
- 50% não serão capazes de levantar-se de uma cadeira;
- 31% não serão capazes de sair da cama sem a ajuda de um cuidador;
- 20% não serão capazes de vestir as próprias calças sem assistência.

O tratamento

Geralmente envolve uma combinação de cirurgia, reabilitação e medicação.

Cirurgia

O tipo de cirurgia geralmente depende da localização da fratura no osso, a gravidade da fratura e da idade. As opções cirúrgicas podem incluir:
- Reparar a fratura com parafusos, placas ou haste;
- Substituição (prótese) que pode serparcial ou total;

Reabilitação

Fisioterapia se concentrará inicialmente em exercícios de ganho de mobilidade e fortalecimento e para aprender técnicas de independência na vida diária, tais como usar o banheiro, tomar banho, vestir e cozinhar.

Medicação

Medicamentos que aumentam a densidade óssea denominados bifosfonatos pode ajudar a reduzir o risco de fratura do quadril. 

Como prevenir

A melhor prevenção são os exercícios. (Getty Images)

Escolhas saudáveis de estilo de vida no início da idade adulta como construir um pico de massa óssea maior e reduzir o risco de osteoporose ajuda muito. As mesmas medidas podem reduzir o risco de quedas e melhorar sua saúde geral, se você adotá-las:

- Não beba em excesso e não fume.

- Avalie sua casa para os riscos de queda. Retire tapetes, mantenha os cabos elétricos contra a parede, e limpar o excesso de móveis e qualquer outra coisa que poderia tropeçar. Certifique-se de todos os quartos e corredor são bem iluminado.

- Vá para o seu oftalmologista para um exame a cada dois anos, ou mais frequentemente, se você tem diabetes ou uma doença ocular.

- Veja os seus medicamentos. Sentindo-se fraco e tonto, que são os possíveis efeitos colaterais de muitos medicamentos, pode aumentar o risco de cair. Converse com seu médico sobre os efeitos colaterais causados por seus medicamentos.

Mas a prevenção que mais recomendo é a pratica de exercício para fortalecer os ossos e melhorar o equilíbrio!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Osteoporose ataca 10 milhões de pessoas no Brasil e a maioria mulher

http://www.iopto.com.br/home/wp-content/uploads/2013/09/tratamento-osteoporose.jpg

Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de adultos têm osteoporose e outros 34 milhões têm osteopenia (baixa densidade óssea), o que os coloca em risco de desenvolver a doença.

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De acordo com um relatório do escritório do Surgeon General's office, em 2020, metade dos americanos, acima de 50 anos, poderá estar em risco de desenvolver a doença. Por lá, 70% das pessoas com osteoporose são mulheres.

No Brasil, os dados são parecidos, com cerca de 10 milhões de pessoas com a doença, a maioria também é do sexo feminino. Por aqui, os levantamentos apontam que 20% dos brasileiros correm o risco de desenvolver osteoporose nos próximos anos.

Quando se leva em conta apenas o gênero, os homens levam uma vantagem em relação à osteoporose: contam com uma maior densidade óssea durante boa parte da vida e perdem cálcio em um ritmo mais lento do que as mulheres, já que a menopausa é mais precoce que a andropausa. No entanto, é preciso ser vigilante e saber que os homens mais idosos apresentam riscos reais para a osteoporose.

Nas mulheres, eventos associados com deficiências de estrogênio são os principais fatores de risco para a osteoporose.

Dentre estes eventos, destacam-se:

-- A menopausa: cerca de cinco anos após a menopausa, o risco de fratura aumenta dramaticamente. As fraturas no punho ou na coluna são as mais prováveis de ocorrer neste período. Sua ocorrência é um indicador que a paciente está com osteoporose, independente dos resultados da densitometria óssea. Pior, estas fraturas indicam que futuramente a paciente pode sofrer uma perigosa fratura do quadril.

-- A remoção cirúrgica dos ovários, o que levará a alterações hormonais

-- Nunca ter tido filhos

-- Anorexia nervosa: o peso corporal extremamente baixo pode afetar a produção de estrogênio.

Nos homens, baixos níveis de testosterona aumentam o risco de osteoporose. Certas condições médicas (hipogonadismo) e tratamentos (câncer de próstata com privação de andrógenos) podem causar deficiências de testosterona. Porém, isto é menos frequente de ocorrer na população em geral que a menopausa, por exemplo. Daí o fato de observamos mais osteoporose em mulheres que em homens.

Além do gênero, a idade avançada – o envelhecimento provoca uma perda natural de massa nos ossos  – e a etnia  – todos os grupos étnicos são suscetíveis a desenvolver osteoporose, no entanto, caucasianos e asiáticos apresentam um risco comparativamente maior – também são fatores de risco fixos para a doença. A história familiar pesa muito também: pessoas cujos pais apresentam um histórico de fraturas podem ser mais propensas a ter fraturas.

Fatores de risco em crianças e adolescentes

A densidade máxima óssea, alcançada um pouco depois do final do crescimento, é um fator importante para sabermos quando uma pessoa poderá desenvolver osteoporose.

Pessoas, geralmente mulheres, que desenvolvem um baixo pico de massa óssea estão com um alto risco de desenvolver osteoporose precoce.

Algumas crianças apresentam maior propensão de não alcançarem um bom pico de desenvolvimento ósseo.

Neste grupo encaixam-se:
-- Os prematuros
-- Os que têm anorexia nervosa
-- O que apresentam puberdade tardia ou ausência anormal de períodos menstruais

Embora em grande parte, a genética possa auxiliar a prever a nossa saúde óssea, exercícios e boa alimentação, durante as três primeiras décadas de vida - quando o pico de massa óssea é atingido - ainda são excelentes salvaguardas contra a osteoporose e outros inúmeros problemas de saúde.

Osteoporose pode fazer os dentes caírem depois dos 40 anos


A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela perda de massa óssea, que acaba por deixar os ossos extremamente frágeis, facilitando as fraturas. Essa doença atinge mais mulheres a partir dos 40 anos, quando há a queda do hormônio estrogênio por conta da menopausa. 

Ocorre que é comum que a osteoporose acabe prejudicando a saúde bucal. "A gengiva pode ser afetada, pois ela reveste o osso ao redor dos dentes que está se tornando cada vez mais frágil", explicou o periodontista Mario Eduardo Lopes. 

Porém, o especialista explica que o caminho pode ser inverso. Quando o paciente tem uma doença periodontal (inflamação na gengiva) há um processo inflamatório instalado no organismo. Essa inflamação, por sua vez, libera substâncias que causam a osteopenia, que se caracteriza, entre outras coisas, pela diminuição da massa óssea ao redor do dente. Para entender melhor, a osteopenia é um alerta indicando a diminuição desta massa óssea que pode levar ao desenvolvimento de osteoporose.

"Quando um paciente chega ao meu consultório dizendo que está com os dentes moles e culpa a osteoporose por isso, logo explico que ele pode estar errado. Após algumas analises, constatamos que os dentes moles estão sendo causados, na maioria das vezes, por uma periodontite avançada", diz Lopes. 

Ou seja, "a osteoporose pode agravar uma doença periodontal, mas nunca ser a causadora direta da queda dos dentes", afirma o especialista que ressalta, ainda, a importância de o paciente informar ao dentista que tem osteoporose. 

Uma forma de prevenir a doença é optar por uma vida saudável com alimentação balanceada (rica em cálcio), controle de peso, exposição ao sol e a prática de exercícios físicos. Já para prevenir a periodontite é fundamental que se tenha uma higiene bucal impecável com o uso de fio dental e limpadores de língua.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Falta de cálcio pode levar organismo a atacar reservas do esqueleto e causar fraturas

A preocupação com a saúde, o bem-estar e a aparência já levou milhões de brasileiros a mudarem radicalmente o seu modo de vida, incluindo na rotina uma alimentação mais saudável e exercícios físicos. Estão na mira dessas pessoas as dietas saudáveis, os exercícios aeróbicos, a musculação e as inúmeras variações sobre o mesmo tema. A ideia principal é fortalecer os músculos e o coração e, com isso, viver mais, melhor e de preferência sair cada vez mais mais bonito na foto. O que a maioria das pessoas esquece, porém, é que a saúde dos ossos é fundamental para alcançar esses objetivos.

Com base no crescimento demográfico, a International Osteoporosis Foundation (OIF) estima que, no Brasil, o número de fraturas por osteoporose – doença que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e pelo aumento da fragilidade dos ossos – seja multiplicado em mais de cinco vezes, saltando de 124 mil no Brasil para 639 mil ao ano até 2050. "Até 25% dos fraturados morrem no primeiro ano em que sofreram a fratura. Além disso, de cada 100 pessoas que tiveram o fêmur fraturado, 25 vão enfrentar problemas como embolia, pneumonia e infecções decorrentes da própria fratura", informa Bruno Muzzi Camargos, ginecologista e especialista em densitometria óssea e osteometabolismo. De acordo com ele, entre os que sobrevivem, 50% passam a depender de um cuidador de forma permanente e apenas 20% voltam às atividades normais.

Para evitar esse problema, o melhor caminho é a prevenção. O ortopedista Ildeu Almeida, presidente da regional mineira da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, explica que é importante fazer uma "reserva óssea" desde a infância. "A prática de esportes, aliada a uma vida saudável e à boa alimentação vão determinar a formação de um bom estoque ósseo", explica. Aqueles que acreditam que não possuem essa "poupança", devem adotar uma dieta mais rica em cálcio e fazer exercícios físicos porque, do contrário, as perdas de massa óssea serão maiores, o que muito cedo pode levar à osteoporose.

Além dessa mudança de hábitos, o sol ocupa um papel fundamental na prevenção da doença. "As pessoas só se lembram da saúde óssea quando começam a perdê-la. Mas a osteoporose é um mal geriátrico que tem prevenção pediátrica", explica Camargos. Segundo o especialista, a criança que cresce em frente ao videogame, comendo fast-food e tomando refrigerante é uma forte candidata a sofrer de osteoporose depois da idade adulta. "Exercício físico, cálcio e vitamina D são as coisas mais importantes para a manutenção da saúde óssea", define. Para garantir o estoque de vitamina D no corpo por uma semana, basta tomar sol em cerca de um terço do corpo (as duas pernas ou os dois braços, por exemplo) por 20 minutos, sem protetor solar. No caso de contra-indicações, como risco de câncer de pele, é possível ingerir a vitamina em gotas.

Junto com o cálcio e os exercícios físicos, a vitamina D forma o tripé essencial para que se possa ter ossos saudáveis. "Não adianta cálcio sem vitamina D. É um casamento. O cálcio é o ator principal e a vitamina D possibilita a entrada dele na corrente sanguínea", explica Bruno Camargos. Com a vitamina D, o intestino aproveita melhor o cálcio ingerido por uma pessoa. Além de fortalecer os ossos, o cálcio também é responsável pelo bom funcionamento dos músculos, inclusive o coração e o diafragma, e até pelos impulsos nervosos do cérebro. Na falta dele, o organismo tira o cálcio das reservas que se encontram no esqueleto. "O esqueleto é a nossa poupança de cálcio e a alimentação é a nossa conta corrente", compara o médico.

A necessidade de ingestão diária de cálcio é de 1.000 miligramas ao dia, mas conseguir atingir a meta não é nada fácil. Um copo de leite contém 250 miligramas (mg) de cálcio, meio prato de couve 80 mg e uma fatia de queijo Minas do tamanho de uma caixa de fósforos 250 mg. Ou seja: não é simples suprir nas necessidades diárias desse elemento num só dia. Para facilitar a vida de quem precisa ingerir mais cálcio, a indústria de laticínios já lançou produtos fortificados como iogurtes, que concentram 500 mg de cálcio numa só porção. "Nenhum preparador físico ou nutricionista recomenda uma dieta pobre em cálcio porque a falta dele dificulta a queima da gordura. O cálcio é importante para todas as funções bioquímicas do corpo", resume.

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2008 e 2013 houve um aumento de quase 30% nas fraturas de fragilidade em idosos. Foram 67.664 em 2008 e 85.939 em 2013. Hoje, o Brasil possui cerca de 14,9 milhões de pessoas idosas, o equivalente a 7,4% do total da população. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de idosos no país deve atingir a marca de 58,4 milhões em 2060. Neste período, a expectativa de vida também deve aumentar dos atuais 75 anos para 81 anos.

Dependendo do grau de saúde do osso, é importante a avaliação médica especializada. "De acordo com o grau de perda óssea, existem medicamentos de uso oral, nasal, venoso ou subcutâneo. As medicações avançaram muito. Antes o paciente tinha que tomar um comprimido diário, hoje pode ser um por semana, um por mês ou uma dose venosa anual", diz. Na questão ortopédica, o avanço do tratamento das fraturas conta com instrumentais específicos para ossos frágeis, como é o caso da placa de ângulo fixo desenvolvida especificamente para ossos osteoporóticos. "Trata-se de uma placa com parafuso, que envolve não só o osso, mas a própria placa", explica Ildeu Almeid

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Alimentação saudável auxilia tratamento da osteoporose

 

A alimentação de mulheres na menopausa com osteoporose influencia na gravidade da doença. Aquelas que mantêm um padrão de alimentação que inclui grandes quantidades de doces, chás e café tendem a ter a densidade óssea mais baixa. A conclusão é de uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, feita pela nutricionista Natasha França. O estudo também constatou que pessoas com o peso saudável que costumam comer frutas, verduras e legumes tendem a ter a ter osteoporose mais leve. Muito além do cálcio, os dados sugerem que, nesta doença, a alimentação pode ser coadjuvante do tratamento com medicamentos.

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A pesquisa da FSP buscou entender se a alimentação de mulheres que já têm osteoporose pode exercer influência nos valores da densidade mineral óssea delas. Esta medida indica se o osso encontra-se em estado de "normalidade", ou seja, com tamanho e dureza adequados. A doença é caracterizada pela desmineralização (perda de minerais, principalmente cálcio) dos ossos, tornando-os mais frágeis e porosos. Geralmente, quando um médico faz o diagnóstico dela, indica medicamentos e a ingestão de alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, pois o nutriente participa da formação e manutenção dos ossos.

Os resultados do estudo sugerem que, além desse tratamento convencional, mais mudanças na alimentação podem implicar melhora no quadro. Entre as mulheres participantes, quem comia grandes quantidades de doces, chás e cafés tinha também uma menor densidade mineral óssea tanto no fêmur quanto em todo o corpo. Essa medida era maior, no entanto, para aquelas com o IMC saudável cuja alimentação tinha grande participação das frutas, vegetais e tubérculos.

Prevalência em mulheres
O grupo de Natasha optou por estudar as mulheres principalmente devido à maior prevalência da doença entre elas. "A osteoporose é uma doença que acomete muito mais mulheres, principalmente porque ela está envolvida com o hormônio estrógeno", explica a nutricionista. A produção deste hormônio tende a diminuir após a menopausa, estágio em que estavam todas as participantes da pesquisa, o que leva à maior "retirada" do cálcio do osso, aumentado assim, o risco de osteoporose.

A pesquisa foi feita com 156 mulheres com osteoporose, que já haviam passado pela menopausa, moradoras de São Paulo e atendidas no Ambulatório de Doenças Ósteo-Metabólicas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Além de coletar dados como peso, altura e realizar o exame da densitometria óssea nas participantes, a pesquisa buscou entender como elas se alimentavam. Para isso, elas registraram tudo que comeram durante três dias não consecutivos, dois durante a semana e um no fim de semana.

Após esta etapa, todos os dados foram computados em um software de nutrição e, assim, Natasha pôde dividir todos esses alimentos em grupos, que foram agregados por uma análise estatística feita em parceria com o Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. Do agrupamento entre grupos de alimentos relacionados, surgiram os cinco padrões alimentares considerados na pesquisa. Eles são o padrão "saudável", caracterizado pelo consumo de vegetais, frutas e tubérculos, o padrão "carne vermelha e cereais refinados", o padrão de "leite e derivados magros" (leite e iogurtes desnatados, queijos magros etc), o padrão de "doces, café e chás", que incluía açúcar, mel, e doces em geral, e o padrão "ocidental", caracterizado pelo elevado consumo de refrigerantes e fast food.

Daí, uma análise de regressão linear foi feita para entender a relação entre o consumo desses padrões com a densidade do osso de cada pessoa. A nutricionista explica que "muitas vezes, a alimentação acaba exercendo um efeito muito pequeno, que acaba não sendo detectado em questões estatísticas". Mesmo assim, a pesquisa conseguiu encontrar associação entre dois padrões de alimentação e a densidade do osso entre as mulheres com osteoporose avaliadas.

O estudo fez parte da dissertação de mestrado Associação entre o padrão alimentar e a densidade mineral óssea de mulheres menopausadas com osteoporose, de autoria de Natasha sob orientação da professora Lígia Araújo Martini. Os dados no ambulatório foram coletados entre 2009 e 2012.

Por Lara Deus

terça-feira, 24 de junho de 2014

Artigo: Pilates clínico como intervenção fisioterapêutica na Osteoporose

http://www.emsgenericos.com.br/arquivos/imgs_blog/121121140548_EMS-Pilates-Idosos-Melhor-Idade.jpg

A osteoporose é considerada uma doença sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração microarquitetural do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade óssea e susceptibilidade à fratura, e que atinge cerca de um terço das mulheres na pós-menopausa, sendo assim responsável por um alto índice de morbidade e mortalidade entre os idosos (AUAD et al., 2008).

Um estudo epidemiológico realizado no Brasil com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Organização Mundial da Saúde, conduzido pelo médico Jaime Danowski, presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, mostrou que: 7.239.128 brasileiras apresentam baixa massa óssea, fator importante que leva ao desenvolvimento da doença (MEIRELES, NUNES, 2012).

Segundo Pinheiro et al., (2010) a fratura por osteoporose tem elevada prevalência e representa importante problema de saúde pública no Brasil, e está associada à deterioração da qualidade de vida e à maior mortalidade.

Para Auad et al., (2008) esses comprometimentos físicos provenientes da osteoporose po­dem ser responsáveis por comprometimentos emocionais, psicológicos e sociais, podendo limitar cada vez mais as atividades dos indivíduos idosos, causando diminuição da auto-estima e isolamento social.

A manutenção da densidade mineral óssea é muito importante para a prevenção da osteoporose, caracterizada por uma diminuição acentuada da densidade mineral óssea, no qual a matriz e os minerais ósseos são perdidos devido ao excesso de reabsorção óssea em relação a formação (CADORE, BRETANO, MARTINS, 2005).

De acordo com Souza et al., (2011) a pratica de exercício físico, além de combater o sedentarismo, contribui de maneira significativa para a manutenção da aptidão física do paciente, seja no âmbito da saúde como nas capacidades funcionais.

É sabido que a atividade física beneficia o sistema osteomuscular, pois durante o exercício ocorre suporte de peso em regiões ósseas especificas gerando tensão ou deformação como estimulo externo, tendo um efeito osteogênico (PAGLIARINI, PINTO, 2010).

De acordo com Santos, Borges (2010) a atividade física ou a prática regular de exercícios físicos influenciam a manutenção das atividades normais ósseas, e por este motivo a atividade física vem sendo indicada no tratamento da osteoporose.

Entretanto, a relação entre atividade física, exercício físico e osteoporose tem levado pesquisadores a abordar várias discussões sobre este assunto, buscando melhor conhecimento sobre fatores como a intensidade, frequência e duração dos exercícios utilizados como método de prevenção e tratamento da patologia (SANTOS, BORGES, 2010).

A prática regular de atividade física possibilita a manutenção ou até mesmo a melhora do estado de saúde física, psíquica de indivíduos de qualquer idade, inclusive de pacientes com osteoporose (NAVEGA, OISHI, 2007).

Numerosos estudos indicam que a atividade física está positivamente relacionada com a densidade mineral óssea, sendo um importante fator na sua manutenção (CADORE, BRETANO, MARTINS, 2005).

Para Ocarino, Serakides (2006) há indícios que a atividade física minimiza na osteopenia decorrente do avançar da idade e do declínio dos esteróides sexuais.

Segundo Galvão, Castro (2010) o exercício físico desempenha um papel importante na prevenção da osteoporose e recomenda-se sempre como coadjuvante no tratamento da osteoporose instalado.

Dentre as formas de treinamento contra resistência, o método Pilates surge como forma de condicionamento físico particularmente interessado em proporcionar bem-estar geral ao individuo, sendo assim capaz de proporcionar força, flexibilidade, boa postura, controle, consciência e percepção do movimento (PIRES, SÁ, 2005).

De acordo com Silva, Mannrich (2009), baseando-se em princípios da cultura oriental como ioga, artes marciais e meditação, o Pilates configura-se pela tentativa do controle dos músculos envolvidos nos movimentos da forma mais consciente possível. Silva, Mannrich (2009) ainda cita que, os exercícios que compõem o método envolvem contrações isotônicas (concêntricas e excêntricas) e, principalmente isométricas, com ênfase no que Joseph denominou power house (ou centro de força).

O método de Pilates é um programa completo de condicionamento físico e mental numa vasta órbita de exercícios potenciais (MIRANDA, MORAIS, 2009).

Segundo Reis, Mascarenhas, Lyra (2011) alguns especialistas referem-se ao Pilates como a condição de ginástica mais eficiente de todos os tempos. Os benefícios do Método Pilates para os idosos incluem aumento da densidade óssea, melhoria da flexibilidade nas articulações e postura, aumento da capacidade respiratória e cardiovascular, proporcionando satisfação total aos praticantes que desejam obter melhoria da qualidade de vida.

O objetivo deste trabalho é demonstrar a eficácia da atividade física especificamente o Pilates na Osteoporose. Justificando este estudo a dificuldade de encontrar materiais científicos relacionados ao tratamento da osteoporose, utilizando os princípios do Método Pilates de forma terapêutica.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

 

Foi realizada uma revisão de literatura, utilizando-se estratégia de busca primária e secundária, tendo como referências publicações em inglês e português, cujos descritores foram osteoporose, atuação da fisioterapia na osteoporose, exercício físico na osteoporose, qualidade de vida, Pilates contidas nas seguintes fontes de dados: BIREME, SCIELO, LILACS e PUBMED, de 2004 a 2012.

  

DISCUSSÃO

 

Segundo Pinheiro et al., (2010) no Brasil, os fatores clínicos de maior relevância de risco para fratura decorrente da osteoporose, em homens e mulheres, ainda não eram bem conhecidos e, na maioria das vezes, eram extrapolados de estudos internacionais.

Ainda de acordo com Pinheiro et al., (2010) em seu trabalho revela que os fatores sedentarismo, tabagismo atual, pior qualidade de vida e diabete melito são os fatores mais relevantes para fratura por baixo impacto em homens brasileiros. Nas mulheres, os mais importantes foram idade avançada, menopausa precoce, sedentarismo, pior qualidade de vida, maior consumo de fósforo, diabete melito, quedas, uso crônico de benzodiazepínicos e história familiar de fratura de fêmur após os 50 anos em parentes de primeiro grau. Esses fatores de risco refletem o envolvimento de diversos aspectos na determinação do maior risco de fratura, como hereditariedade (história familiar de fratura), hábitos de vida (atividade física, tabagismo e ingestão alimentar), qualidade de vida, quedas e o envelhecimento propriamente dito, com deterioração da qualidade óssea.

Para Souza (2010) o tratamento ideal para osteoporose é o recurso no qual diminui a incidência de fraturas por melhorar a geometria do osso e sua micro­arquitetura. O tecido ósseo recém-formado deve ter boa qualidade celular e de matriz, mineralização normal com boa proporção entre osso mineralizado (resistente meca­nicamente) e não mineralizado (flexível) e sem acúmulo de danos. O tratamento ideal deve ter taxa de remodela­ção positiva e efeito terapêutico rápido e duradouro. Este efeito deve ser facilmente detectável. Deve ser seguro.

De acordo com Meireles, Nunes (2012), a prevenção e o tratamento através de exercícios físicos é uma solução barata e eficaz, porque, uma vez que as pessoas adotem uma vida fisicamente ativa, deixam de gerar custos ao governo com internações e medicamentos.

Navega, Oishi (2007) reforça que, a realização da atividade física pode, entre outros fatores, melhorar a capacidade funcional, diminuir dor, reduzir o uso de analgésicos e melhorar a qualidade de vida de indivíduos com osteoporose.

Segundo Santos, Borges (2010), a atividade física ou a prática regular de exercícios físicos influenciam a manutenção das atividades normais ósseas, e por este motivo a atividade física vem sendo indicada no tratamento da osteoporose.

Entretanto, a relação entre atividade física, exercício físico e osteoporose tem levado pesquisadores a abordar várias discussões sobre este assunto, buscando melhor conhecimento sobre fatores como a intensidade, frequência e duração dos exercícios utilizados como método de prevenção e tratamento da osteoporose (SANTOS, BORGES, 2010).

Segura, et al. (2007) esclarece que o exercício físico favorece a remodelação óssea. A carga mecânica exercida sobre os ossos, seja de exercício físico ou simplesmente, atividade da vida diária, beneficia o aumento da massa óssea e ela se  mantém em um bom nível, proporcionando à estrutura,  suportes para determinadas cargas funcionais.

Galvão, Castro (2010), afirma que programas de exercício físico que incluem exercícios de impacto, treino de força específico, equilíbrio e coordenação podem manter ou aumentar a densidade mineral óssea de quadril e coluna, bem como reduzir a frequência de quedas em pacientes osteopênicos e osteoporóticos.

Segundo Auad et al., (2008) a prática de atividade física melhora o estado de saúde física e psíquica de indivíduos de qualquer idade, inclusive de pacientes com osteoporose. Auad et al., (2008) afirma que, avaliando mulheres no climatério e menopausa, observou-se que tanto os exercícios resistidos quanto os aeróbios melhoram a qualidade de vida e retardam muitas alterações fisiológicas relacionadas ao envelhe­cimento, amenizando o declínio da força muscular e da massa óssea, e consequentemente promovendo maior independência na realização das atividades de vida diárias. Além disso, a prática de exercícios físicos regularmente propor­ciona maior bem estar mental, além de aumentar a deposição mineral óssea devido ao estresse mecânico causado pelos exercícios.

Para Cadore, Bretano, Martins (2005) embora fatores como genética, homeostase hormonal e alimentação possam ser determinantes na densidade mineral óssea, o nível de atividade física parece ter importante influência nessa variável.

De acordo com Ocarino, Serakides (2006) a literatura não deixa duvidas quanto aos efeitos benéficos da atividade física sobre o tecido ósseo, tanto em indivíduos normais quanto na prevenção e tratamento da osteoporose.

Para Pagliarini, Pinto (2010) fica evidente que exercícios que visam o acréscimo de massa livre de gordura e força muscular apresentam os resultados mais positivos sobre a densidade óssea em mulheres adultas. Pagliarini, Pinto (2010) ainda relatam que percebe-se que a atividade física age de maneira benéfica sobre a saúde óssea nas diferentes fases da vida das mulheres, sendo aliada à otimização do acúmulo mineral ósseo e à manutenção da massa óssea e, portanto, constitui-se numa estratégia adequada para a prevenção da osteoporose.

Sendo o Método Pilates uma proposta de atividade física com finalidades terapêuticas, utiliza-se para a prevenção e/ou tratamento de diversas patologias osteo-mio-articulares (PIRES, SÁ, 2005) como a osteoartrite (YAKUT, 2005) e até mesmo em gestantes (BALOGH, 2005).

Segundo Silva, Mannrich (2009), através da aplicação do método, aliada ao uso de medicação apropriada, conseguiu alterar o diagnóstico de uma paciente, de osteoporose para osteopenia após um ano de tratamento.

De acordo com Souza et al., (2011) dentre as praticas de atividades físicas o método Pilates que é um programa de treinamento físico e mental, possibilita um trabalho de força, melhora da flexibilidade e controle postural.

Reis, Mascarenhas, Lyra (2010) afirma que os benefícios do método Pilates para os idosos incluem aumento da densidade óssea, melhoria da flexibilidade nas articulações e postura, aumento da capacidade respiratória e cardiovascular, proporcionando satisfação total aos praticantes que desejam obter melhoria da qualidade de vida.

Para Rodrigues et al., (2010) o método Pilates consiste em exer­cícios físicos cuja característica principal é o trabalho resistido e o alongamento dinâmico, realizados em conjunto com a respiração e respeitando os seguintes prin­cípios: controle, precisão, centralização, fluidez de movimento, concentração e respiração.

Rodrigues et al., (2010) ainda afirma que o método visa o reforço dos músculos localizados no centro do corpo (abdominais, paravertebrais, glúteos e músculos do assoalho pélvico), denomi­nados pelo criador Joseph Pilates de centro de força (powerhouse). Ele associou o aprimoramento do desempenho motor, da estabilidade corporal e da postura ao fortalecimento e melhora da flexibilidade desses músculos.   Assim, para Rodrigues et al., (2010) os benefícios do método Pilates compreendem a melhora da força, flexibilidade, postura, e de habilidades motoras.

De acordo com Pires, Sá (2005), o Pilates configura-se pela tentativa do controle mais consciente possível dos músculos envolvidos nos movimentos. A isto se convencionou chamar de "contrologia" (MUSCOLINO, CIPRIANI, 2004).

Segundo Araujo et al., (2010) o método Pilates consiste na realização de exercícios físicos, que utiliza a gravidade e recursos mecanoterapêuticos como as molas, que atuam como resistência durante a execução do movimento, como também no auxílio do próprio movimento.

Para Silva, Mannrich (2009) o método pode ser utilizado na reabilitação em diferentes populações, incluindo gestantes e idosos; e também com diferentes finalidades, entre elas tratamento da lombalgia, correção postural, ganho de massa óssea e de força no período pós-operatório. Silva, Mannrich (2009) ainda diz que, o método pode ser adaptado aos cuidados necessários em cada população e disfunção, apresentando poucas contraindicações e permitindo a progressão de acordo com o indivíduo acompanhado.

Cabe ao instrutor de Pilates ter conhecimento a respeito da osteoporose, para que seja possível adaptar os exercícios a necessidade de cada um (BETZ, 2005).

Para Miranda, Morais (2009), o método Pilates é a fusão da abordagem oriental e ocidental. Através das técnicas orientais que visam o relaxamento, respiração, concentração, controle e flexibilidade somados a técnica ocidental visando à ênfase no movimento com força. Surgiu então a essência dos princípios do método Pilates.

Ainda segundo Miranda, Morais (2009), o método de Pilates é um programa completo de condicionamento físico e mental numa vasta órbita de exercícios potenciais, os benefícios de método Pilates só dependem da execução dos exercícios com fidelidade aos seus princípios.

Mesmo tendo sido desenvolvido para interesses relativos à saúde, o método Pilates em princípio foi disseminado quase que exclusivamente entre atletas e dançarinos com a finalidade de melhorar o desempenho físico associado as suas práticas. Nos dias atuais, tem se tornado mais popular na reabilitação, orientação e correção postural e no condicionamento físico, e mais recentemente tem conquistado o interesse do meio acadêmico (SEGAL, HEIN, BASFORD, 2004).

Por fim, uma série de estudos tem mostrado o crescente interesse de pesquisadores na busca de evidências do método Pilates aplicado em diversos âmbitos. Desde a determinação do custo energético de sessões de Pilates (OLSON, WILLIFORD, MARTIN, 2004), registro de atividade eletromiografia de músculos envolvidos em seus exercícios específicos (ESCO, OLSON, MARTIN, 2004), comparação entre os seus efeitos sobre a força, flexibilidade e composição corporal aos de um programa de treinamento contra resistência convencional (OTTO, YOKE, MCLAUGHLIN, 2004).

Segundo Silva, Mannrich (2009), o método Pilates é indicado para tratamento de pacientes idosos portadores de osteoporose, melhorando a força, mobilidade e também auxilia na manutenção da pressão arterial, além de influenciar na calcificação óssea.

 

CONCLUSÃO

Podemos concluir que o Método Pilates é uma proposta de atividade física com finalidades terapêuticas, utilizando-o para a prevenção e/ou tratamento de diversas patologias osteo-mio-articulares. No caso específico da prevenção de fraturas osteoporóticas, o Pilates pode ser indicado por promover o aumento da força muscular, o ganho de flexibilidade, melhora da coordenação motora, do equilíbrio, da postura, da propriocepção e da respiração.

Sabe-se que toda e qualquer atividade física deve ser adaptada para atender as necessidades do indivíduo com osteoporose, com o Pilates, deve ser da mesma forma. Cabe ao instrutor de Pilates ter conhecimento a respeito da osteoporose, para que seja possível adaptar os exercícios a necessidade de cada um.

Mostrando, assim, que o Pilates pode ser utilizado pelo Fisioterapeuta na reabilitação de diferentes populações e disfunções, sempre seguindo os princípios do método e respeitando as condições individuais. Contudo ainda se faz necessário maior número de pesquisas abordando mais variáveis.

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