terça-feira, 11 de novembro de 2014

Quem já teve fratura por osteoporose geralmente tem outras

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Com a idade, o corpo passa a ficar cada dia mais delicado. A osteoporose, doença que diminui a densidade dos ossos, tornando-os mais propensos a fraturas, é uma das condições que podem surgir com o avanço da idade. Lidar com o problema é complicado e exige atenção redobrada, uma vez que o principal objetivo é evitar que as fraturas aconteçam.

Sim, já existem estatísticas que provam que quem já teve uma fratura por osteoporose fatalmente terá outras. Quando o paciente se fratura, significa declínio da qualidade de vida. Se um osteoporótico cai, a fratura pode levar a comorbidades maiores, como ficar de cama

O que deve ser feito é deixar o osso mais forte. A melhor forma de fazer isso é cuidar dele desde criança. Criar um osso considerado bom desde a infância ajuda a preservá-lo na velhice. Um osso adequado tem densidade e qualidade, formado por 90% de colágeno e 10% de outras proteínas. A relação entre esses componentes e os minerais ósseos define um osso saudável: constantemente, durante toda a vida do indivíduo, acontece a remodelação óssea, processo em que o osso muda de tamanho e de forma durante o crescimento. Esse processo de remodelação acontece sequencialmente e começa pela reabsorção, seguida da formação de um novo osso.

Na osteoporose, há um desequilíbrio, uma vez que o organismo reabsorve mais do que forma um novo osso.

Os hábitos de vida também são importantes nesse processo. Esse 'fortalecimento ósseo' se dá com uma alimentação adequada e atividades físicas. Tabagismo e outros habitos que ajudam a enfraquecer esse processo não são bem-vindos.


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Fraturas por causa de osteoporose vão crescer 32% até 2050, aponta pesquisa

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Uma doença crônica e comum que enfraquece os ossos, a osteoporose, atinge três milhões de pessoas no Brasil. A incidência entre as mulheres é maior, chegando a atingir uma em cada três mulheres com mais de 50 anos devido à idade próxima da menopausa.

A International Osteoporosis Foundation  aponta ainda, através de estudos, que o número de fraturas no quadril em decorrência da doença deve crescer 32% até 2050 no Brasil.

Nesta pesquisa se apurou que o crescimento está relacionado ao envelhecimento da população. No país, o número de pessoas com mais de 70 anos aumentará 380% até 2050 e representará 14% da população brasileira.

Diante deste quadro alarmante, o Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi), órgão vinculado à Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), localizado na Avenida. Antônio Carlos Magalhães, s/n - Iguatemi,  alerta a população para fazer testes de verificação da doença, prevenção e controlá-la através de medicamentos, exercícios e de dieta.

De acordo com a titular da Coordenação Estratégica do Creasi, Renata Muniz Caires, o centro tem investido na propagação de folders que alertam a população para a doença e indicam como realizar o exame para confirmação. "Para realizar o exame de Densitometria Óssea não precisa ser nosso paciente", destacou.

A coordenadora ressaltou que o órgão distribui uma gama de remédios para pacientes portadores de osteoporose e que todas as pessoas têm acesso a esta medicação, mesmo quem não faz tratamento no Creasi.

Segundo ela, para a realização do exame, extensivo a pacientes e não pacientes, é necessário apresentação do original e cópia do RG, do CPF, do comprovante de residência com CEP, Cartão SUS e Laudo para Solicitação/Autorização de Procedimento Ambulatorial devidamente preenchido, carimbado e assinado pelo médico solicitante (contendo o número do cartão SUS do médico solicitante e do usuário), com data inferior a 90 dias.

Doença: crônica muito comum, principalmente em mulheres após a menopausa, onde há enfraquecimento dos ossos, aumentando o risco de fraturas, especialmente de fêmur (quadril), coluna vertebral (dorsal) e punho.

A osteoporose é considerada uma doença osteometabólica. Há uma diminuição absoluta da quantidade de osso e alteração na sua microarquitetura, levando a um estágio de fragilidade em que podem ocorrer fraturas mesmo após traumas mínimos. O osso é um tecido vivo e necessita de cuidados em todas as fases da vida.

Fatores de risco: sexo feminino; pessoas brancas e magras; idade avançada; menopausa; sedentarismo; história familiar de osteoporose;dieta pobre em cálcio e vitamina D; tabagismo (fumo).

Diagnóstico: a osteoporose é diagnosticada através da Densitometria Óssea (exame de imagem capaz de avaliar a condição da massa óssea). O histórico do paciente e análise dos seus exames clínicos podem contribuir para o diagnóstico.

Como tratar: prática de atividades físicas; Exposição ao sol (até às

10h e a partir das 16h); Dieta balanceada, rica em cálcio e vitamina D; Medicamentos, com o apoio de fisioterapia.

Como prevenir:através de hábitos saudáveis, iniciados na infância, é possível prevenir a osteoporose.Pratique exercícios físicos, tenha uma alimentação rica em cálcio e vitamina D e adote um estilo de vida mais saudável.

A  atividade física regular (com orientação de profissionais qualificados) melhora a qualidade de vida, fortalece os músculos, aumenta  a massa óssea. auxilia a recuperar o equilíbrio e ajuda a atingir o peso ideal.

Fazer uso de alimentos ricos em cálcio: alimentos de cor verde escura (Brócolis, couve, agrião, espinafre, etc);leite e seus derivados  (iogurte, queijo, etc);Peixes (sardinha, atum, salmão, etc); Grãos (soja, feijão, etc); Castanha e amêndoa.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O foco do Dia Mundial da Osteoporose será a osteoporose em homens


Celebrado anualmente no dia 20 de Outubro, o Dia Mundial da Osteoporose (DMO) é uma campanha que dura o ano todo, dedicada a aumentar a conscientização global sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da osteoporose e da doença osteometabólica. A campanha global vem sendo organizada pela International Osteoporosis Foundation (IOF) desde 1997, e a cada ano enfoca um tema específico.

O DMO é uma data chave na agenda da comunidade ligada a ossos, músculos e articulações. É uma ocasião em que as pessoas do mundo todo se unem para colocar a luz dos holofotes sobre a imensa carga causada pela osteoporose e as ações que podem ser tomadas para prevenir e tratar a doença.

Em 2014, o foco do Dia Mundial da Osteoporose (DMO) será a osteoporose em homens. Muitas vezes, a osteoporose é considerada como uma 'doença de mulher', ainda que um em cada cinco homens com idade acima de 50 anos terá uma fratura devido à osteoporose. Como resultado deste conceito errôneo, milhões de homens, em todo mundo e no Brasil, continuarão desconhecendo seu risco para fraturas devido a esta doença.

Com o envelhecimento da população, um número crescente de homens mais velhos sofrerá fraturas. Acredita-se que até 2060, o número de pessoas com fraturas devido à osteoporose irá aumentar cinco vezes só no Brasil. O objetivo da International Osteoporosis Foundation (IOF) é aumentar a conscientização do público, dos profissionais de saúde e das autoridades sanitárias sobre o problema.

A campanha deste ano está direcionada diretamente aos homens e gira em torno da ideia de"Fortes Externamente, Mais Fortes Internamente", convocando os homens para que deem tanta atenção aos seus ossos e à sua saúde como dão à sua força física. Trabalha com os estereótipos do que os homens percebem como importantes e faz com que questionem se eles realmente são tão fortes internamente quanto o são externamente. A campanha usa a ironia para levar a mensagem do slogan "Homens Reais Constroem sua Força de Dentro para Fora".

20 de outubro é dia mundial da Osteoporose

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O Dia Mundial da Osteoporose, celebrado em 20 de outubro, é uma data para chamar atenção para o problema que, segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil. Outro dado da IOF revela que de cada três pacientes que sofreram fratura no quadril, um tem o diagnóstico de osteoporose; e deste número, um em cada cinco, recebe algum tipo de tratamento.

Idosos, principalmente mulheres pós-menopausa, são os que mais sofrem da osteoporose. Além da idade avançada, outros fatores de risco são histórico familiar, dieta pobre em cálcio e vitamina D, fumo, álcool, vida sedentária e deficiência hormonal.

Problema Silencioso

A osteoporose é um problema silencioso, assintomático, que ocorre quando há um enfraquecimento progressivo da massa óssea. O principal objetivo da prevenção e do tratamento é evitar fraturas, que ocorrem mais comumente em locais como coluna, punho, braço e quadril. Nos idosos, a osteoporose pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldades para locomoção e diminuição da qualidade de vida.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Fratura do quadril é osteoporose? Saiba por que o trauma é tão temido


A fratura de quadril é uma lesão grave, que ocorre em pessoas com mais de 65 anos, com o risco aumentando mais rapidamente depois de 80 anos de idade e as complicações podem ser fatais. As pessoas mais velhas estão em maior risco de fratura de quadril porque os ossos tendem a se enfraquecer com a idade. Mas apesar dessa diminuição da massa óssea (osteoporose) tornar o esqueleto propenso a fraturas, é a erosão gradual da massa muscular magra (sarcopenia) e a consequente fragilidade que leva o idoso às quedas. Além disso, vários medicamentos, falta de visão e problemas de equilíbrio também fazem com que as pessoas mais velhas tenham mais probabilidade de tropeçar e cair.

Leia o Faça Fisioterapia

As fraturas do quadril integram uma classificação mundial, uma das 10 piores deficiências em termos de perda de mobilidade e de deficiência de longo prazo

Sinais e sintomas de uma fratura de quadril podem incluir:
- Incapacidade de se mover imediatamente depois de uma queda
- Dor intensa no quadril ou na virilha
- Incapacidade de colocar peso sobre a perna do lado do quadril lesionado
- Rigidez, hematomas e inchaço no quadril
- Perna mais curta do lado do quadril lesionado
- Andar mais curto ou mancar no quadril lesionado

Perda de mobilidade pode ser permanente. (Getty Images)

Publicado no "The Journal of the American Medical Association" um estudo constatou que 250 mil americanos com idade acima de 65 anos terão uma fratura do quadril a cada ano, destes, cerca de 20 a 30% morrerá dentro de um ano, e muitos mais experimentarão uma perda funcional significativa nos próximos cinco anos, incluindo risco de morte.

Para dar uma ideia do tipo de perda funcional provocada pelas fraturas de quadril, o estudo faz referência a:
- 90% das pessoas não serão capazes de subir cinco degraus, no ano seguinte à fratura;
- 66% não serão capazes de ir ao banheiro sem ajuda;
- 50% não serão capazes de levantar-se de uma cadeira;
- 31% não serão capazes de sair da cama sem a ajuda de um cuidador;
- 20% não serão capazes de vestir as próprias calças sem assistência.

O tratamento

Geralmente envolve uma combinação de cirurgia, reabilitação e medicação.

Cirurgia

O tipo de cirurgia geralmente depende da localização da fratura no osso, a gravidade da fratura e da idade. As opções cirúrgicas podem incluir:
- Reparar a fratura com parafusos, placas ou haste;
- Substituição (prótese) que pode serparcial ou total;

Reabilitação

Fisioterapia se concentrará inicialmente em exercícios de ganho de mobilidade e fortalecimento e para aprender técnicas de independência na vida diária, tais como usar o banheiro, tomar banho, vestir e cozinhar.

Medicação

Medicamentos que aumentam a densidade óssea denominados bifosfonatos pode ajudar a reduzir o risco de fratura do quadril. 

Como prevenir

A melhor prevenção são os exercícios. (Getty Images)

Escolhas saudáveis de estilo de vida no início da idade adulta como construir um pico de massa óssea maior e reduzir o risco de osteoporose ajuda muito. As mesmas medidas podem reduzir o risco de quedas e melhorar sua saúde geral, se você adotá-las:

- Não beba em excesso e não fume.

- Avalie sua casa para os riscos de queda. Retire tapetes, mantenha os cabos elétricos contra a parede, e limpar o excesso de móveis e qualquer outra coisa que poderia tropeçar. Certifique-se de todos os quartos e corredor são bem iluminado.

- Vá para o seu oftalmologista para um exame a cada dois anos, ou mais frequentemente, se você tem diabetes ou uma doença ocular.

- Veja os seus medicamentos. Sentindo-se fraco e tonto, que são os possíveis efeitos colaterais de muitos medicamentos, pode aumentar o risco de cair. Converse com seu médico sobre os efeitos colaterais causados por seus medicamentos.

Mas a prevenção que mais recomendo é a pratica de exercício para fortalecer os ossos e melhorar o equilíbrio!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Osteoporose ataca 10 milhões de pessoas no Brasil e a maioria mulher

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Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de adultos têm osteoporose e outros 34 milhões têm osteopenia (baixa densidade óssea), o que os coloca em risco de desenvolver a doença.

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De acordo com um relatório do escritório do Surgeon General's office, em 2020, metade dos americanos, acima de 50 anos, poderá estar em risco de desenvolver a doença. Por lá, 70% das pessoas com osteoporose são mulheres.

No Brasil, os dados são parecidos, com cerca de 10 milhões de pessoas com a doença, a maioria também é do sexo feminino. Por aqui, os levantamentos apontam que 20% dos brasileiros correm o risco de desenvolver osteoporose nos próximos anos.

Quando se leva em conta apenas o gênero, os homens levam uma vantagem em relação à osteoporose: contam com uma maior densidade óssea durante boa parte da vida e perdem cálcio em um ritmo mais lento do que as mulheres, já que a menopausa é mais precoce que a andropausa. No entanto, é preciso ser vigilante e saber que os homens mais idosos apresentam riscos reais para a osteoporose.

Nas mulheres, eventos associados com deficiências de estrogênio são os principais fatores de risco para a osteoporose.

Dentre estes eventos, destacam-se:

-- A menopausa: cerca de cinco anos após a menopausa, o risco de fratura aumenta dramaticamente. As fraturas no punho ou na coluna são as mais prováveis de ocorrer neste período. Sua ocorrência é um indicador que a paciente está com osteoporose, independente dos resultados da densitometria óssea. Pior, estas fraturas indicam que futuramente a paciente pode sofrer uma perigosa fratura do quadril.

-- A remoção cirúrgica dos ovários, o que levará a alterações hormonais

-- Nunca ter tido filhos

-- Anorexia nervosa: o peso corporal extremamente baixo pode afetar a produção de estrogênio.

Nos homens, baixos níveis de testosterona aumentam o risco de osteoporose. Certas condições médicas (hipogonadismo) e tratamentos (câncer de próstata com privação de andrógenos) podem causar deficiências de testosterona. Porém, isto é menos frequente de ocorrer na população em geral que a menopausa, por exemplo. Daí o fato de observamos mais osteoporose em mulheres que em homens.

Além do gênero, a idade avançada – o envelhecimento provoca uma perda natural de massa nos ossos  – e a etnia  – todos os grupos étnicos são suscetíveis a desenvolver osteoporose, no entanto, caucasianos e asiáticos apresentam um risco comparativamente maior – também são fatores de risco fixos para a doença. A história familiar pesa muito também: pessoas cujos pais apresentam um histórico de fraturas podem ser mais propensas a ter fraturas.

Fatores de risco em crianças e adolescentes

A densidade máxima óssea, alcançada um pouco depois do final do crescimento, é um fator importante para sabermos quando uma pessoa poderá desenvolver osteoporose.

Pessoas, geralmente mulheres, que desenvolvem um baixo pico de massa óssea estão com um alto risco de desenvolver osteoporose precoce.

Algumas crianças apresentam maior propensão de não alcançarem um bom pico de desenvolvimento ósseo.

Neste grupo encaixam-se:
-- Os prematuros
-- Os que têm anorexia nervosa
-- O que apresentam puberdade tardia ou ausência anormal de períodos menstruais

Embora em grande parte, a genética possa auxiliar a prever a nossa saúde óssea, exercícios e boa alimentação, durante as três primeiras décadas de vida - quando o pico de massa óssea é atingido - ainda são excelentes salvaguardas contra a osteoporose e outros inúmeros problemas de saúde.

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